Elvo Korres

Personagem de Thiago Carro em 2023-09 Passos de Lava, no sistema Tormenta20.
Grupo: Mushu Misashi e Niala.

Raça: Harpia
Origem: Grumete Pirata
Classe: Bucaneiro

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Descrição

Background

A figura com um sorriso ao mesmo tempo amigável e amedrontador carrega esta característica constantemente consigo, não é raro que suas falas carreguem um tom pesado, e é difícil de se perceber se foi intencionalmente maldoso ou cômico.

Apesar disso, Korres é um bom rapaz, ou melhor um bom harpia! Advindo de uma família de harpias da costa abandonada do Império de Tauron, ele recebeu, desde o nascimento, o dom da deusa da aventura, Valkaria, e não se sentia bem ao ver as presas caputaradas serem torturadas por prazer por seu bando, e se sentia pior ainda quando era obrigado pelos chefes.

Taxado fora de medroso, despreparado, e penoso. Ninguém duvidava de sua habilidade em caçar, mas todos sabiam que a presa só morreria para sua alimentação, e não haveria nenhuma brincadeira de mal gosto com a criatura capturada.

Assim seguiu sua vida, até um dia que não aguentou mais, voou para longe após ser obrigado a fazer algo cruel em demasia, os outros do bando nem se importaram de ir atrás, e deixaram-no voar.

Voou sem pensar e sobrevoou parte do oceano, cansado, encontrou uma ilha, na qual repousou no topo de uma caverna. Enquanto descansava, ouviu risos e conversas alegres: aventureiros. No mesmo instante sentiu que devia entrar em contato, que a primeira vista, foi tido com um embate, mas graças à percepção do druida do grupo, ele foi compreendido.

Foi adotado, assim, pelo grupo: os Ouro Molhado, grupo com o firme propósito de encontrar ouro em alto mar, desenvolveu-se então no meio destes, sendo os olhos da nau Desbravadeira, e recebendo o símbolo dos Ouro Molhado em seu peito, a tatuagem de uma bússola apontando para um baú de ouro.

Conhecendo, aos poucos, a civilização beira-mar, e, sendo, aos poucos, aceito por ela, compreendeu a dádiva de nascença que recebera da deusa da ambição, e assim, Korres se tornou devoto. Compreendeu que as coisas devem mudar, e assim, sentiu que era o momento de abandonar o grupo que um dia lhe acolheu.

Foi dura a partida, mas compreensível, Korres já não era mais um ajudante, mas um aventureiro, mas ainda muito abaixo de seu grupo, era necessário ele se colocar frente ao mundo molhado para poder crescer mais.

Deste modo, Korres viaja de porto em porto, espalhando histórias como pássaros espalham sementes, à espera de um grupo com quem possa dar risadas como aquelas que lhe trouxeram de volta a esperança em viver.

Leve, esbelto, com um sorriso malicioso no rosto, usa um chapéu de palha que recebera do seu druida preferido, fez um furo no couro de sua armadura para que os Ouro Molhado nunca deixassem de aparecer, a espera que outro símbolo tome maior importância em seu corpo.


Ficha

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